O ano de 2018 não será para os fracos. Com a recuperação cíclica da economia, surpresas positivas do lado da inflação e juros significativamente menores do que a média deste ano, as condições para o investidor assumir ativos com maior potencial de retorno na sua carteira estariam dadas. Mas o calendário reserva eventos com chances de mexer com os preços de maneira considerável. Janeiro já começa com o julgamento do ex-presidente Lula, marcado para o dia 24, seguido pela votação da reforma da Previdência, prevista para fevereiro, além de todo o burburinho esperado até a definição de quem será o próximo presidente da República nas eleições de outubro. Do front externo, a ameaça externo, a ameaça vem de uma eventual pressão inflacionária nos Estados Unidos, forçando o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) a pesar a mão no seu plano de ajuste monetário. No geral, o viés de gestores e estrategistas de investimentos é positivo. Há quem lembre que é justamente nos reveses de mercado que é possível cavar as melhores alternativas para o portfólio. E independentemente de qual será o resultado nas urnas, há uma reação da atividade econômica cíclica que traz oportunidades seja na renda fixa, na bolsa ou nos fundos multimercados e de ações.
No geral, o viés de gestores e estrategistas de investimentos é positivo. Há quem lembre que é justamente nos reveses de mercado que é possível cavar as melhores alternativas para o portfólio. E independentemente de qual será o resultado nas urnas, há uma reação da atividade econômica cíclica que traz oportunidades seja na renda fixa, na bolsa ou n

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