Com mais uma redução do Copom, a taxa Selic agora está no seu piso histórico em 6,5% a.a. A partir de agora, o investidor que quiser ter um ganho real razoável, isto é, um percentual significativo acima da inflação, terá que correr mais risco. Cuidado para não cair nas armadilhas dos investimentos com retornos exorbitantes, já que além dos muitos “golpes” do mercado, a rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, ainda mais que em 2017 o Ibovespa valorizou quase 27%, o que pode não se repetir nesse ano de incertezas.
Nessas horas é importante diversificar, vejo muitas pessoas realizando vários tipos de investimentos (CDB, Tesouro, Poupança, etc.), no entanto, todos concentrados numa só classe de ativos: renda fixa. Isso limita os ganhos dos seus ativos. Muitas vezes, essas pessoas são direcionadas pelas estruturas dos grandes bancos, que na verdade estão no intuito de conquistarem suas metas e comissões.
Outra armadilha está nos fundos de renda fixa com altas taxa de administração. Com a queda da Selic, o retorno desses fundos tende a ser menor e as altas taxas de administração em conjunto com a questão tributária podem levar a perdas reais.
Uma opção seria conhecer como funcionam os fundos multimercados e os fundos de renda variável: esses fundos são uma opção de investimento interessante já que permitem investimentos em ativos com potencial maior de retorno, nos quais um gestor profissional e qualificado é responsável por acompanhar o mercado e alocar os recursos. Um fundo com uma boa estratégia do gestor pode ser seguro e com uma rentabilidade interessante.
Acredito que seja importante diversificar os investimentos entre: renda fixa, multimercado, renda variável, entre outros, conforme o seu perfil de investidor, mas é necessário conhecer bem como funciona a gestão desses fundos. Muitas vezes, quando um pequeno investidor entra numa plataforma de uma corretora para escolher um investimento, acaba se perdendo dentro de tantas opções – às vezes são centenas de fundos. Assim, como escolher a melhor opção? O que fazer?
A FIDUC é uma gestora de recursos que adota o modelo fiduciário no Brasil de forma acessível. Esse modelo, no qual não há conflitos de interesse pelos recebimentos de rebates ou comissões pelos fornecedores dos produtos, uma vez que, se ocorrerem, serão devolvidos ao patrimônio do cliente, já funciona há décadas em países como EUA e Inglaterra. Por meio dos seus Associados, que são consultores financeiros experientes, o cliente tem suporte em todas as necessidades financeiras. Assim, o cliente é auxiliado de forma profissional na escolha e no acompanhamento dos seus investimentos, sem conflito de interesses, de maneira clara e transparente, em busca de seus objetivos de vida.
Conheça mais como funciona o modelo de gestão fiduciária. Entre em contato no e-mail: reginaldo.dias@fiduc.com.br
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