Pular para o conteúdo principal

Postagens

O “Investimento da Moda” Deve Fazer Você Perder Dinheiro - Por Valter Police

Você já deve ter ouvido falar sobre “aquele” investimento que foi “o melhor” no ano passado ou nos últimos meses – aquele que está “na moda”. Pode ser que um amigo tenha contado sobre como a rentabilidade do fundo ABCD foi incrível ou pode ser que você tenha recebido um e-mail de seu banco ou corretora informando sobre o desempenho (sempre incrível) de algum fundo. Outra opção são as matérias que saem na imprensa, informando sobre como algumas pessoas ganharam rios de dinheiro com um tipo de investimento que teve rendimentos enormes – se você lembrou de Bitcoins, a ideia é essa mesma. É da natureza humana, explicada pelas finanças comportamentais, que isso nos traga uma vontade quase incontrolável de investir nesses veículos, afinal, muitas pessoas ganharam dinheiro com eles e nós não estamos entre elas, o que pode ser muito frustrante. Mas será que fazer investimentos nos produtos que tiveram melhor performance nos últimos meses ou poucos anos é mesmo uma boa decisão? Os estu...

O DESAFIO DE OBTER RETORNO ATRATIVO COM TAXA DE JUROS BAIXA

Com mais uma redução do Copom, a taxa Selic agora está no seu piso histórico em 6,5% a.a. A partir de agora, o investidor que quiser ter um ganho real razoável, isto é, um percentual significativo acima da inflação, terá que correr mais risco. Cuidado para não cair nas armadilhas dos investimentos com retornos exorbitantes, já que além dos muitos “golpes” do mercado, a rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, ainda mais que em 2017 o Ibovespa valorizou quase 27%, o que pode não se repetir nesse ano de incertezas. Nessas horas é importante diversificar, vejo muitas pessoas realizando vários tipos de investimentos (CDB, Tesouro, Poupança, etc.), no entanto, todos concentrados numa só classe de ativos: renda fixa. Isso limita os ganhos dos seus ativos. Muitas vezes, essas pessoas são direcionadas pelas estruturas dos grandes bancos, que na verdade estão no intuito de conquistarem suas metas e comissões. Outra armadilha está nos fundos de renda fixa com ...

DIVERSIFICAÇÃO - por VALTER POLICE

A diversificação é a regra de ouro em investimentos. Quando feita corretamente, permite que se corram muito menos riscos e que, ao mesmo tempo, se obtenha uma rentabilidade média final ainda maior, uma vez que maiores riscos podem implicar em piores decisões quando há oscilação de mercado, fazendo o investidor alterar sua alocação justamente nos piores momentos e, assim, comprometendo sua rentabilidade. Um erro comum é o do investidor que se considera conservador e, por esse motivo, faz todos os seus investimentos em renda fixa. Isso, na verdade, implica em uma concentração nos mesmos fatores de risco, o que aumenta o risco como um todo, além de limitar consideravelmente os retornos. Certamente não é uma boa estratégia, mas será que para diversificar basta adquirir produtos diferentes em boas quantidades? A resposta é simples: NÃO! Muitas vezes os investimentos possuem características parecidas e, assim, tê-los juntos em uma carteira não representa uma diversificação adequ...

A Ascensão dos Fundos Multimercados

Afinal, que investimento é esse que roubou a cena em 2017 e que promete vir com tudo em 2018? Sim, são eles, os fundos multimercados. Num cenário que indica uma taxa SELIC cada vez mais baixa é que esses fundos se destacam como uma excelente opção de diversificação, com risco controlado e rentabilidade. Hoje não dá para ficar esperando o mesmo retorno apenas no conforto da renda fixa. A estratégia agora é navegar entre os investimentos ultraconservadores e os mais arriscados, como câmbio e ações, utilizando como veículo os multimercados que são indicados para quem busca retorno melhor em médio prazo (a partir de 12 meses). A grande vantagem desses fundos está na flexibilidade dada ao gestor, visto que ele pode mesclar investimentos entre diversas classes de ativos, como taxa de juros, câmbio, renda fixa, ações, além de fugir de cenários de alta volatilidade oriundos de instabilidade política (ano de eleições), devido ao fato de poder investir em ativos no exterior, protegendo, assim, ...

Taxas de Administração dos Fundos

Quanto você paga para administrarem seu dinheiro? Essa é a pergunta que muitos cliente fazem: Qual a taxa de administração? Na matéria hoje do Valor, foi apresentado alguns fundos dos 4 maiores bancos onde a taxa de administração é de 3%. Mas isso é muito? A resposta é: depende do que o fundo tem de proposta para entregar de retorno( ganho). A materia mostra apenas fundos Referenciados DI, ou seja, fundos conservadores onde a taxa de administração deveria ser a menor possível pois sua proposta é entrega o retorno próximo ao CDI( 6.75%). Imagina pagar 3.00% para ganhar 6.75%. Difícil né? Pois é, por isso relativizar o valor da taxa de administração é o mais correto. Existem fundos com taxas de Administração entre 2% e 3% onde a proposta de retorno é de 3 a 4 vezes mais ganho do que o fundo DI. Pague o justo para um bom gestor e não deixe seu dinheiro parado.

Investimentos em cenário de juros mais baixos

Muito se tem falado sobre as necessárias e importantes mudanças na gestão de investimentos, dada à grande queda nas taxas de juros no Brasil. É relevante mencionar que, do ponto de vista do investidor, a taxa de juro nominal tem sua importância, mas o que conta mesmo é a taxa de juro real, ou seja, quanto de juro acima da inflação o investidor ganha. Nesse ponto é interessante notar que a evolução do juro real não acompanha necessariamente o ritmo da queda do juro nominal, porque depende, ao mesmo tempo, da inflação. Mesmo assim, existe uma forte correlação entre eles, o que pode ser visto nos gráficos abaixo: Elaboração FIDUC com fontes: ADVFN e BACEN A queda tem se tornado mais perceptível e mostra claramente a mudança de cenário que, esperamos, pendure e até se acentue, até porque o Brasil foi, por muito tempo, o líder do ranking mundial de juros reais, perdendo a posição em maio de 2017. Agora ocupamos a quinta posição, atrás de Argentina, Turquia, Rússia e México ...

Análise dos 20 piores fundos do Brasil - CILADA

Um levantamento realizado pelo Mercado mostra que em 20 fundos DI e de curto prazo oferecidos pelos bancos brasileiros  o retorno obtido pelo investidor será menor que as taxas cobradas do investidor pelo banco que gere o fundo. Por exemplo, quem aplica R$ 100.000 em um fundo do Santander presente na lista dos 20 piores do Brasil terá um retorno de R$ 1.250 neste ano e  pagará uma taxa de administração de R$ 5.500 para o banco. Ou seja, o dinheiro é do investidor, mas o banco lucra 4 vezes mais que o dono do dinheiro.  Percebeu o tamanho da cilada? Para ver a lista dos piores fundos do Brasil, descobrir se você é um dos  1,2 milhão de brasileiros  que investem neles e fugir dessa cilada o quanto antes,  basta clicar aqui. Um abraço. Reginaldo José Dias - Assessor de Investimentos FIDUC - www.fiduc.com.br 17.99735.0104